VÍDEO: Médico nega atestado médico para mãe de criança com febre e manda deixá-la sozinha em casa

 VÍDEO: Médico nega atestado médico para mãe de criança com febre e manda deixá-la sozinha em casa

Um médico de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Cambé, no Paraná, gerou grande indignação ao negar um atestado médico a uma mãe que levou seu filho de 5 anos, com febre alta, para consulta. O profissional chegou a sugerir que a mãe deixasse a criança sozinha em casa, causando perplexidade e revolta.

Durante a consulta, o médico perguntou à mãe se ela poderia deixar a criança sem supervisão, mesmo sabendo da febre alta relatada. “Qual é o risco?”, repetiu o médico enquanto a mãe explicava que seu filho não conseguiria se alimentar ou medicar sozinho por 12 horas. Insatisfeito, o médico insistiu: “Não pode deixar nada pronto pra ele? Ele não consegue pegar comida?”. Ele ainda afirmou ter ficado sozinho em casa quando criança, sugerindo que isso seria uma prática comum e aceitável.

A mãe, visivelmente perplexa, questionou o conhecimento do médico: “Meu Deus, doutor, onde é que o senhor está estudando?”. Em resposta, o médico mencionou uma suposta “lei” que permitiria deixar uma criança sozinha se não houvesse problemas de locomoção. O vídeo do encontro entre o médico e a mãe rapidamente viralizou nas redes sociais, gerando uma onda de críticas e questionamentos sobre a qualidade do atendimento nas unidades de saúde. A repercussão foi tamanha que o médico foi afastado de suas atividades enquanto o caso é investigado.

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Este incidente reforça a importância de um atendimento médico empático e adequado, especialmente em casos envolvendo crianças em situações de vulnerabilidade. A falta de sensibilidade e de orientação correta por parte do profissional de saúde levanta sérias preocupações sobre a qualidade do serviço prestado e a necessidade de maior capacitação dos profissionais.

A situação em Cambé destaca a necessidade de reflexão e ação para melhorar o atendimento nas unidades de saúde. Profissionais de saúde devem estar preparados não apenas tecnicamente, mas também emocionalmente para lidar com pacientes em situações delicadas, garantindo um atendimento digno e humanizado.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades de saúde, e a comunidade espera que medidas sejam tomadas para evitar que situações como essa se repitam, assegurando um atendimento de qualidade e respeito para todos os pacientes. Veja o vídeo:


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