“Quando dei por mim, ele estava lendo”. Mães relatam experiências em escola pautada na vivência

 “Quando dei por mim, ele estava lendo”. Mães relatam experiências em escola pautada na vivência

Escolher a escola do seu filho não é uma tarefa simples. Lá, é o espaço onde ele vai passar grande parte de seu tempo, e onde terá as interações mais recorrentes, aprendendo a lidar com os acontecimentos e suas repercussões. É preciso avaliar e observar os professores, os ambientes, as outras crianças e toda a estrutura oferecida, mas acima de tudo, é ideal avaliar a proposta educacional. Dentre as opções todas que surgiram, a Escola Aprendiz (Rua Carlos Magno, 58 – Vila Gilda, Santo André) traz uma que foge ao comum, a vivência.

Segundo Renata Garbin, mãe do pequeno Davi, de 5 anos, desde o inicio de sua relação com a escola, era possível sentir algo diferente no local. “Senti vida, tinha barulho de criança feliz, astral bom, a escola cheia de trabalhos infantis expostos nas salas e o carinho pairava no ar. Um acolhimento gostoso!”. Expôs ela, se referindo as diferenças com as outras escolas que havia visitado anteriormente, ainda gestante.

A escola infantil Aprendiz conta com profissionais calmos e experientes, espaço amplo, aconchegante e seguro, no qual foi planejado para propiciar uma estimulação adequada. Com o objetivo de atender o desenvolvimento de cada faixa etária.

Como parte de sua proposta de vivência e integração, o acolhimento é parte fundamental. Mariana Leite, mamãe que teve a experiência com dois pequenos, relata o inicio com sua filha, Catarina, de 6 anos, que na época ainda era bebê. Surpreendida, logo no primeiro dia, ela encontrou sua filha muito calma e tranquila, sendo que a pequena era muito grudada aos pais e chorava constantemente. Adriana Beraldo, mãe do Lorenzo, de 11 anos, complementa citando o seu inicio com a escola, “foi a única da região que aceitou receber e cuidar do meu filho, ele tem uma alergia severa ao leite”.

Por ser uma escola que se baseia na convivência, Beraldo expõe que tudo foi feito para que o pequeno não sofresse por ter diferenças na alimentação, podendo conviver tranquilamente com as crianças e ter uma vida escolar bem comum, como era desejado. Segundo especialistas, a vivência é responsável pela maioria das trocas de experiências que temos na vida, explorando e conectando com outros, assim aprendendo de forma direta e construindo o conhecimento, que é solidificado e ampliado pelos recursos pedagógicos.

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Mariana, por exemplo, teve um grande exemplo de como as relações e o dia a dia criado pela escola tem um efeito incrível. “Uma situação emocionante foi quando, já a noite, estava trabalhando num canto da mesa, e meu filho pediu para ficar comigo, então, ao deixa-lo ele pegou um álbum de figurinhas para se distrair. Quando dei por mim, ele estava lendo. Parei de trabalhar e foi só curtição, comemoração daquela conquista”.

“Mesmo nesse período de pandemia, a escola se reinventou muito bem, fazendo com que ele não perdesse muito o interesse, o que sinceramente é muito complicado para uma criança pequena”. Comenta Renata sobre esse período turbulento que foi a transição das escolas para o on-line. Como tudo neste período, melhorias são necessárias, porém é perceptível o quanto a Aprendiz se prontifica a se modificar.

encontro de pais da escola aprendiz no vipzinho

O mais interessante neste período foi a tentativa de manter os projetos de integração e socialização, mesmo que através das plataformas on-line, trazendo comemorações, como o dia das crianças, por exemplo, que chegou a ter em sua grade várias gincanas e até um DJ. Em todos os anos de contato das mamães e das crianças com a escola, todas apontam o crescimento do local, principalmente de sua importância nas experiências de vida.

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