Equidade educacional: Escola se destaca pelo respeito à individualidade de cada aluno em Santo André

 Equidade educacional: Escola se destaca pelo respeito à individualidade de cada aluno em Santo André

Há muitos anos havia um discurso muito forte e que era muito replicado, para as mais diversas idades e em todos os lugares, sempre afirmando e reafirmando que somos todos iguais. Hoje, percebemos que podemos ter muitas semelhanças com outras pessoas, mas o fato é que somos completamente diferentes uns dos outros, tanto em aparência, como em questões biológicas, psicológicas e sociais. Quando levamos esse discurso de que “somos diferentes e está tudo bem” para as escolas, o que garante que lá essas diferenças serão respeitadas e acolhidas? É ai que entra a Equidade Educacional!

turma do colégio aprendiz em santo andré desenvolvendo a equidade

O princípio da equidade educacional é garantir que cada aluno, com suas diferenças respeitadas e compreendidas, possa acompanhar e aprender no seu próprio ritmo, sem que nenhum fique pelo caminho ou se sinta menosprezado por conta de suas diferenças.

E como aplicar a Equidade Educacional de verdade nas salas de aula?

Essa pergunta pode ser bem respondida pela Escola Aprendiz (R. Carlos Magno, 56/68 – Vila Gilda), de Santo André, que desde de seu inicio foca no desenvolvimento de cada aluno, acolhendo suas diferenças e respeitando sua individualidade como aluno, como ser aprendiz e como indivíduo.

Um dos principais pontos a serem pensados é a formação contínua dos professores. Os educadores em questão devem ter uma base que permita apresentar um conteúdo, de forma a impactar alunos completamente diferentes, dando a liberdade que cada um precisa para absorver aquele material oferecido, seja através da leitura, da música, da pintura, do brincar, entre tantas outras.

escola aprendiz diferentes tipos de aprendizagem

Segundo a direção do colégio, ” é essencial que nós, como instituição de ensino, busquemos compreender quem são esses alunos, seu contexto de vida e suas habilidades, sempre pensando em como estamos oferecendo recursos e estratégias que assegurem esse direito à informação de forma igualitária”.

Para garantir que a equidade não seja uma mera questão de palavras e sim de ação, alguns pontos são fundamentais a serem trabalhados. Os materiais devem ser acessíveis a todos os alunos, é importante estar ciente que há diferentes tipos de inteligência e habilidades, e todas devem ter seu espaço na avaliação geral, sendo consideradas na hora do ensino, a conversa entre membros da turma e professores é o melhor caminho para conhecer cada um deles, e todos devem participar como protagonistas de seu aprendizado.


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